01/11/2018 às 16:40

Invasão de imóveis na região central é o menor dos problemas e Fecomércio-MT cobra do estado

Da esquerda para a direita: Presidente do Conselho de Segurança da região central de Cuiabá, Gerson Luiz Lintzmaier; secretário de estado de Segurança Pública, Gustavo Garcia; vice-presidente da Fecomércio, Manoel Procópio; presidente do Sindicato de Habitação de Mato Grosso, Marco Pessoz e superintendente da Fecomércio, Igor Cunha.

A entidade que representa a classe empresarial de Mato Grosso (Fecomércio-MT) já noticiou as invasões de imóveis comerciais nas regiões centrais de Cuiabá e Várzea Grande para a prática de pequenos furtos. A reclamação partiu dessa vez do presidente do Sindicato de Habitação em Mato Grosso (Secovi-MT), Marco Pessoz, que cobrou uma ação efetiva por parte do governo estadual.

A reunião que tratou do assunto ocorreu no dia 30 de outubro (segunda-feira), na Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) e reuniu o secretário de estado, Gustavo Garcia, o vice-presidente da Fecomércio-MT, Manoel Procópio e o superintendente da entidade Igor Cunha, além do presidente do Secovi-MT, Marco Pessoz e do presidente do Conselho de Segurança da região central, Gerson Luiz Lintzmaier.

O vice-presidente da Federação já disse, em outras ocasiões, que os crimes ocorrem para o sustento do vício de grande parte dos moradores de rua que vivem na região. Além dele, o presidente do Conselho de Segurança afirmou que a polícia realiza ações pontuais e efetivas, o que ajuda a inibir as ações de criminosos. “A política faz a sua parte, mas a ausência do poder público (assistência social e saúde) colabora para que os moradores de rua voltem a cometer os mesmos crimes”.

Já o presidente do Secovi-MT pediu mais atenção do governo e concluiu que os imóveis desocupados próximos ao centro sofrem constantemente com invasões e consequentemente depredação do patrimônio privado. “Os criminosos entram no imóvel com o único objetivo de furtar fios de eletricidade e outros objetos. Pelo menos o secretário nos prometeu uma ação, principalmente focada na inteligência para tentar prender os grandes responsáveis disso tudo, que são os receptadores destes produtos furtados”.

Em outra reunião, realizada no mês de julho com o Sindicato do Comércio de Ópticas (Sindióptica-MT) e empresários do setor, o secretário da pasta já havia reconhecido a necessidade de participação de outros órgãos do governo (estadual e municipal) na missão de trazer melhorias para a região.